01/09/2017

BALANÇO (DO MAR)

Em Ilhabela. 

O ano só começa quando está prestes a acabar. Com livro lançado, eventos à toda e a volta (finalmente) das traduções, tenho conseguido botar a cabeça no lugar, as contas em dia e o corpo em serviço. Tenho medo é dos panetones, que estão prestes a aparecer botando tudo a perder com promessas de melancolia. Acabará mais um ano antes de eu ter um saldo plenamente feliz?


Mas ainda há muito a fazer neste semestre. Passei a semana em Maresias, com marido e coelha, mergulhado numa tradução. Enquanto Murilo trabalhava no restaurante, eu ficava no jardim, um olho no texto outro na coelha, para ela não fugir pro vizinho. A atual obsessão dela é um buraco embaixo da churrasqueira. Escavou e escavou por dias, fez uma toca, até sumiu lá dentro, e eu já estava preparado para ela me trazer um corpo. Dias depois, cobriu tudo de terra de novo, acabou com a toca, veio me mostrar o trabalho, toda suja de barro. 


A semana também teve um almoço em Ilhabela e um pouco de praia. Voltei ontem de noite pra SP para terminar um trabalho e me preparar para os próximos eventos. 

Amanhã, sábado dia 2, faço uma entrevista ao vivo com o querido Cid Vale, amigo de décadas, mestre trevoso, grande estudioso da cultura gótica e dono do Sebo Clepsidra, em Santa Cecília. Ele fará a transmissão, 19h, ao vivo pelo streaming do Facebook, aqui: 


 Na quarta, dia 6, sigo para o RJ, participar da Bienal do Livro. Terei uma mesa no Café Literário, seguida dos autógrafos do livro. Aqui: 

(É quarta, 6 de setembro)
Daí na outra semana sigo para uma mini-turnezinha em bibliotecas do Paraná, no projeto Caravana Literária, da Secretaria da Cultura do Estado do PR. Serão só duas datas, e parece que ainda estão definindo os horários. Aqui:

Segunda 11/09 - Apucarana
Terça 12/09 - Cambé

E de lá já sigo para Medellin, na Colômbia, participar da Fiesta del Libro y La Cultura, onde o Brasil é o país convidado de honra. Será minha terceira vez como autor convidado no país; tenho uma mesa dia 14, com, entre outros, o querido Juan Cárdenas, escritor colombiano que conheci na Espanha, fala bem português e até já traduziu o Noll. Ele faz parte do atual Bogotá 39 - seleção dos autores jovens mais importantes da América Latina, no qual fui eleito na edição passada, há dez anos. A mesa é essa:

14/09, em Medellin. 


No mais, continuam pipocando matérias aqui e ali sobre o "Neve Negra", mais entrevistas do que resenhas, e nada de negativo até agora. Tivemos página inteira em O Tempo (BH), Jornal do Commercio (PE) e Gazeta do Paraná; meia página na Folha (SP) e O Estado de Minas, e alguns blogs e sites. Também gravei duas entrevistas para o Arte 1 - incluindo o programa do Manuel da Costa Pinto, que ainda não sei quando vai ao ar. 

Gravando com Manuel da Costa Pinto


Links: 

Diário Catarinense foi o primeiro a dar, antes do lançamento: 


Meu "pós-terror" na Folha: 


A "polêmica entrevista gay" com o Pomba no IG: 


Glamurama, da querida Joyce Pascowitch deu no dia do lançamento, com uma entrevista antiga: 


Entrevista no Jornal do Commercio do Recife: 


E resenha no mesmo jornal: 


Entrevista em O Tempo (BH): 


Com Ana Paula Maia em O Estado de Minas: 


Ótima resenha hoje no Barba Feita: 


Resenha de Bolso do serelepe Mateus Baldi: 


No site da Companhia das Letras, fiz um podcast com o Xerxenesky sobre nossos livros e literatura de terror (e pós-terror) em geral: 


E a ótima resenha da gata gótica do Literatorios: 

  


E por enquanto acho que tá bom. 


UM ANO TREVOSO

Saindo do poço... Não foi fácil para ninguém, não se engane. Não foi fácil para mim. Estava revendo há pouco minhas retrospectivas de a...