02/03/2017

CARNAVAL DO CHEF


De volta, de novo, ao seco.


Com Kilo, Louise e Murilo, em almoço no Guató. 

Aproveitei o carnaval para dar um pulo novamente em Maresias, ficar um pouco com o marido, levar a coelha, curtir a companhia de um casal de amigos queridos.

Na primeira noite, com geladeira cheia de compras, encontramos tudo descongelando... A diaba da coelha tinha roído o FIO DA GELADEIRA. Resolvemos com um remendo, mas não sei como ela ainda não morreu de choque numa dessas.

Foi uma semana de praia, piscina, trilhas, drinques, jogatina, churrasco e os pratos do chef.

Casalzinho almoçando na nossa magnífica varanda. 

Trilhas...

Trilhas...

Murilo no resgate. 
Terminamos em Paúba, praia incrível onde nadamos com tartarugas e um retardad... digo, um deficiente mental fugiu com meu chinelo. 

É lindo ter essas duas casas - meu apartamento em São Paulo e a casa de Maresias, onde Murilo está trabalhando - mas na prática não é tão fácil, na prática não é tão prático. Se fosse um ano mais generoso, eu poderia aproveitar melhor o retiro e me exilar por lá, para trabalhar, mas para mim 2017 ainda não começou e preciso de São Paulo para lembrar ao mundo que ainda existo, respiro e insisto...

Enquanto isso, eu e Murilo vamos levando como dá. Desde que o restaurante abril em dezembro, ele mal conseguiu sair de lá, só deu uma passada rapidíssima em São Paulo há quinze dias. Mas tem sido uma grande experiência para ele e - por tabela - para mim também. Bom que esse relacionamento de quatro anos traga novas posições, novas configurações; para as novidades acontecerem em minha vida eu sempre tive que me esforçar tanto, me sacrificar, abrir mão da segurança. É revitalizante que agora aconteça naturalmente, como um fruto de um relacionamento, que não dependa apenas de mim...

Mas agora não há mais desculpa, carnaval passou, o ano começou mais do que oficialmente e ou as coisas andam ou (meu) mundo acaba.

Se o mundo acabar, não estarei só...


PRÉ-PÓS-URBANO

Igreja de Satã A natureza é madrasta. A verdade da mata é impenetrável, intransponível, inabitável, não se pode pôr os pés lá. Não há tr...